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Coluna Momentos Especial Buenos Aires - Agito Araxa

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Coluna Momentos Especial Buenos Aires


BUENOS AIRES

Final e início da semana do colunista foi em Buenos Aires, para pequeno descanso e realizar o sonho de conhecer a capital dos Hermanos. Não fiquei decepcionado. Pelo contrário, achei a cidade o maior barato com uma arquitetura bonita imperando prédios em estilo neoclássicos e detalhes art déco e art nouveau, muito bem conservados. Vontade de ficar dias percorrendo as ruas centrais fotografando tudo especialmente as portas e as sacadas de madeira e ferro. Sensacionais. A Avenida 9 de julho, considerada a mais larga do mundo, continua bonita mas (sempre um mas) sobre os prédios os famigerados outdoors, tão comuns aqui no Brasil, poluindo visualmente. O OBELISCO, na sua simplicidade, é um marco elegante (ele estava completando 75 anos). Pena que as árvores no início do frio, perdendo as folhas, davam um ar meio decadente. Comparando com o Brasil havia poucos carros nas ruas e achei a frota um pouco velha. Nada de engarrafamentos. Pouquíssimas motos. Nenhum, isso mesmo nenhum pedinte nas ruas, mas vi pessoas morando debaixo dos viadutos. A Casa Rosada continua ... cor – de – rosa. Agora habitada pela presidente Cristina Kirchner que está em plena campanha para novo mandato e pelo que nossos informantes taxistas afirmam será difícil conseguir. Em eleição em Santa Fé seus candidatos perderam feio. Nada de construções a toque de caixa, de qualidade duvidosa, que estamos vendo aqui. Os Hermanos estão tratando bem os brasileiros. Querem nossos reais que em alguns locais são aceitos. Muito de vez em quando uma escorregadela, pequenas grosserias que o brasileiro responde na mesma moeda.

                                                                 

A MODA- Todos sabem que o argentino é muito elegante. DNA de europeu, devemos reconhecer. Mas não muito criativos. Parece que existe uma falta generalizada de bons estilistas. As vitrines e as ruas mostravam para as mulheres sobretudos e calças apertadas pretas (muito), cinza (menos) e vermelhas (poucas).  Os homens da mesma forma, sem o vermelho. Parecia uniforme. O que achei interessante: em Buenos Aires as lojas masculinas são maioria, diferente daqui. *** A cultura é visível. É comum ver homens e mulheres sentados nos cafés lendo um livro. Livro mesmo, não é revista ou jornal. Os informantes taxistas disseram que durante a terrível crise argentina nunca venderam tanto livro e que os teatros sempre ficavam cheios. Os argentinos sobreviveram com arte e cultura.

                                                                  

OS POINTS TURÍSTICOS: Os portenhos sabem receber o turista e há muitos locais para curtir. A brasileirada adora as lojas Outlet, deixam nelas seus reais. Vi a Rua Florida ... sem flor, perdendo muito de seu charme. O local charmoso, a Feira de Antiguidades de San Telmo, apontada como uma das mais importantes da América do Sul (almoçamos numa simpática casa de 2 andares com flores nas janelas. Cardápio: chorizo, a famosa carne de lá. Estava bom, ou nós com fome). O PUERTO MADERO com suas edificações modernas e ótimos restaurantes (jantamos no badalado Cabaña Las Lilas e depois fizemos, à meia-noite, a tradicional caminhada nas margens do Rio de La Plata). A Galeria Pacífico com sua abóbada pintada com motivos clássicos, a Cafeteria das Violetas e seus vitrais sensacionais e, claro, vimos o show acompanhado de jantar no Señor Tango, uma overdose de preto, vermelho, dourado, lustres de alabastros e a incomparável dramaticidade da música de Gardel e Piazzolla.

                                                                       

 Se você conseguiu chegar esta leitura até aqui a última historinha. Além de Cecília era nosso companheiro o casal amigo Fábio Vicente de Paiva e Cleonice, ele sempre usando seu fluente portunhol. Foi ele que traduziu o pedido de nossa acompanhante às lojas das fábricas de couro e cachemir. No final ela disse: da próxima vez tragam muitas cachaças que eu troco por bons vinhos argentinos. Ela já esteve aqui no Brasil e nunca esqueceu a nossa caipirinha. Foi uma festa nossa viagem a Buenos Aires. Deixou um gosto de “quero voltar”. Há ainda muito a  ser visto e com certeza admirado.

                                                                  

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